O superintendente regional do Trabalho e Emprego em Goiás, Arquivaldo Bites Leão Leite, diz que o ano de 2013 foi um período muito bom para Goiás, pois o número de vagas criadas foi um dos maiores do País. Até o mês de novembro, segundo os dados do Ministério do Trabalho, foram criados 83.161. A expectativa do superintendente era fechar o ano com mais de 90 mil vagas criadas. Mas ele diz que as perspectivas para 2014 são boas, principalmente porque será um ano de construções, não apenas para a Copa, mas porque grandes canteiros de obras devem ser abertos em todo País. ?Por isso, o número de postos de trabalho abertos neste ano deve ser ainda maior?, completa. Para o presidente da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), Pedro Alves de Oliveira, a legislação trabalhista é um fator negativo para se investir no Brasil - o custo do trabalhador é alto. A burocracia é outro fator nocivo ao processo produtivo, além da alta carga tributária, inclusive sobre os empresários. ?Se não fosse por isso, a criação do emprego industrial seria muito maior?, destaca. Pedro Alves diz que a Fieg está fazendo a parte dela, qualificando os profissionais interessados em aprender um ofício ou se aperfeiçoar no que já possui. Entre o ano passado e 2014 serão investidos R$ 85 milhões, da construção à manutenção. Segundo ele, um dos maiores problemas da mão de obra no País é que falta no governo federal a consciência da necessidade de se investir em educação. ?Com profissionais mais qualificados, a indústria se desenvolve e todos os setores que dependem dela também?, diz. (Fonte: O Hoje)
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