Na sua última atividade no 85º Encontro Nacional da Indústria da Construção, encerrado na sexta-feira em Fortaleza, no Ceará, a Comissão da Indústria Imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção fechou os trabalhos com a conclusão de que o crédito imobiliário no Brasil tende a crescer ainda mais, por causa de três razões básicas: a inadimplência continua baixa, a mercadoria do setor é o financiamento, não a casa, e está bem estruturado o processo da securitização de recebíveis. Estabilidade econômica, desemprego baixo e aumento da renda, demanda aquecida e qualidade do crédito foram outros dados apresentados como indicadores da sustentação do crédito imobiliário no País, que deve passar dos R$ 100 bilhões até o final do ano. Desse debate na CII/CBIC participaram alguns especialistas do mercado: Fábio Nogueira, do Grupo Pan; Teotônio Costa Rezende, da Caixa Econômica Federal; Hamilton Rodrigues da Silva, do Banco do Brasil; e Felipe Pontual, da Abecip (Associação Brasileira de Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança). Comandaram o debate o presidente da CII, João Crestana, e seu vice, Celso Petrucci. O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, participou de parte dos trabalhos.
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