A retração econômica e a alta da taxa de juro levaram o Banco Central a revisar a expectativa de crescimento do crédito este ano de 11% para 9%. No ano passado, a expansão do crédito foi de 11,3%. Se as estimativas se confirmarem, essa será a menor expansão nominal do segmento desde 2003, quando a taxa ficou em 8,8%. Além disso, segundo dados da autoridade monetária, o crédito piorou e a inadimplência cresceu.
Em entrevista ontem (24), o chefe do Departamento Econômico da instituição, Tulio Maciel, piorou ainda a previsão de alta do estoque de crédito livre, aquele em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros, este ano a 5% ante 6%, e do crédito direcionado, empréstimos com regras definidas pelo governo, a 14%, sobre 16% anteriormente. O crédito dos bancos públicos deve apresentar expansão de 13%, ante estimativa anterior de 14%. Já as instituições privadas nacionais devem ter crescimento de 4%, bem menor do que 7% previstos em março. Os bancos privados estrangeiros terão expansão de 7% no crédito, a mesma estimativa anterior do BC. (Fonte: Brasil Econômico)
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