Dados divulgados ontem pelo IBGE confirmaram o que a população já sente no bolso há dois anos: o Brasil vive a pior recessão de sua história. Em 2016, o PIB — soma das riquezas produzidas em um ano — encolheu 3,6%. Já havia desabado 3,8% em 2015. Até então, o maior tombo sofrido pelo País em dois anos seguidos havia ocorrido em 1930 e 1931, com recuos de 2,1% e 3,3%, após o crash da Bolsa de Nova York. A boa notícia é que a expectativa para este ano é positiva. A queda da inflação, redução maior na taxa de juros, liberação de recursos do FGTS, safra recorde, o pacote de concessões de R$ 45 bilhões e a possível aprovação da reforma da Previdência são alguns dos sinais que animam especialistas e sinalizam que alguns setores podem registrar números positivos já neste primeiro trimestre do ano. Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, prevê crescimento de 2,4% no quarto trimestre de 2017 na comparação com igual período de 2016. “O fundo do poço passou”, avalia o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. (Fonte: Correio Braziliense)
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