A Caixa Econômica Federal espera que o ápice da sua inadimplência, considerando atrasos acima de 90 dias, ocorra no primeiro trimestre de 2016, diz o vice-presidente de Finanças e Controladoria do banco público, Márcio Percival. Ao final de setembro, os calotes da instituição subiram a 3,26% após ficarem estáveis em 2,85% ao final de junho.A Caixa divulgona sexta-feira, 20, seus resultados do 3º trimestre. "O aumento da inadimplência estava na nossa expectativa uma vez que o cenário se deteriorou em meio à expectativa do Produto Interno Bruto (PIB) diminuindo cada vez mais e o mercado de trabalho encolhendo. Esperamos que no primeiro trimestre este ano seja o ápice desse processo (aumento da inadimplência) e depois tender a voltar", analisou Percival, Pesa ainda, conforme ele, a desaceleração do crescimento do crédito que tem efeito "significativo" na inadimplência do banco. Na pessoa física, a inadimplência da Caixa subiu de 5,72% em junho para 7,01% em setembro enquanto na jurídica passou de 4,54% para 5,44%. Até mesmo na habitação, o banco teve piora nos calotes. O indicador, que mede os atrasos acima de 90 dias, avançou para 2,07% ao final de setembro ante 1,93% em junho.
As despesas com provisão para devedores, as chamadas PDDs, cresceram 34,4% no terceiro trimestre ante o segundo, para R$ 6,123 bilhões. Em um ano, esses gastos tiveram um salto de 86,7%. (Fonte: O Estado de S. Paulo)
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