Grande geradora de emprego e renda e, portanto, mola propulsora do desenvolvimento econômico do País, a indústria da construção sente as consequências da atual crise nacional, especialmente porque a principal característica do setor é o investimento. “Ninguém faz investimento se não tiver confiança no futuro”. Foi o que destacou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, durante audiência pública realizada nesta semana na Câmara dos Deputados, em Brasília, sobre os entraves econômicos relacionados ao desenvolvimento urbano, incorporação imobiliária, comercialização imobiliária, locação predial e condomínios. “O setor pode ser o freio ou a locomotiva do desenvolvimento econômico. Ele puxa ou retrai a economia”, ressaltou Martins, comparando o desempenho dos resultados dos PIBs Nacional e do Setor da Construção ao longo dos anos.
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