Para evitar um repique inflacionário em janeiro, o governo adiou para 2015 o início da cobrança do reajuste das contas de luz com base nas "bandeiras tarifárias". A decisão, inesperada, foi anunciada nesta terça-feira pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e deve resultar em mais gastos para o Tesouro Nacional, que neste ano despendeu R$ 9,8 bilhões com o setor elétrico. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, defende que as distribuidoras de energia busquem reverter decisão tomada pelos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Mato Grosso do Sul de incidir a alíquota de ICMS sobre subsídios concedidos pelo governo federal que garantiram a redução média de 20% nas contas de luz neste ano. (Fonte: Valor Econômico)
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