A elevação dos juros básicos de 8,5% para 9% ao ano, se confirmada hoje pelo Banco Central, trará de volta ao mercado a velha fórmula de remuneração da poupança, de 6,17% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Com isso, a poupança deve perder a vantagem que vinha apresentando em relação a outras modalidades conservadoras, o que obrigará o investidor a rever o destino de suas aplicações de curto prazo. Fundos DI com taxa de administração igual ou inferior a 1% passam a empatar ou ser mais interessantes do que a poupança até para o curtíssimo prazo, com resgate em menos de seis meses. CDBs que rendem acima de 89% do CDI, o referencial para aplicações conservadoras, também passam a ser atraentes, seja qual for o prazo de aplicação. Para quem pode esperar mais de dois anos, o CDB bate a poupança até com taxa de 80% do CDI. (Fonte: Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Evento presencial reúne CEOs, diretores, sócios e gerentes do ecossistema imobiliário para discutir os desafios do crescimento sustentável das empresas
Mês de aniversário é celebrado com o sucesso de mais um lançamento, o Fusion Dinâmica Home, no setor Nova Suíça
Construído em uma antiga fazenda na GO-020, condomínio horizontal de lotes Fazenda Lumiar esgotou a primeira etapa no lançamento e acumula valorização superior a 40% em um ano; agora, empresas preparam a segunda fase do projeto
Troca de figurinhas, moda e lazer marcam edição de Copa do Mundo do Mercadinho neste final de semana
Em parceria com a Sousa Andrade Construtora, evento acontece nos dias 16 e 17 no decorado do Ryad Residências, no Setor Marista, com entrada gratuita; figurinhas poderão ser trocadas no domingo, a partir das 9h