Ante a acusações de mutuários de atraso na entrega das unidades habitacionais e a pressão dos órgãos de defesa do consumidor, construtoras que operam na Grande Goiânia mostram o outro lado do problema: excesso da burocracia dos órgãos públicos responsáveis pela aprovação dos projetos, licenciamento ambiental, ligação de água e luz, e outras particularidades que ainda impactam a cadeia da construção. Em declarações ao jornal O Popular, o presidente da Ademi, Ilézio Inácio Ferreira, explicou que esse é um problema que construtoras e incorporadoras enfrentam há muito tempo, mas manifestou confiança na eficácia de mudanças previstas na Semdus, especialmente no processo de aprovação de projetos habitacionais. Segundo Ilézio, a expectativa é de que processos sejam enxugados para encurtar os passos exigidos. Uma das metas ? lembrou ? é criar um espaço único para reunir todos os órgãos ligados às aprovações. E afirmou que hoje não há mais atrasos por problemas com mão de obra, por exemplo, mas por causa de documentações que são exigidas.
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