Num ano de economia mais retraída, marcado por dois eventos importantes (Copa do Mundo e eleições) e com investidores mais desconfiados, o mercado imobiliário colocou o pé no freio. De janeiro a setembro, o número de lançamentos de novos empreendimentos em Goiânia e Aparecida foi 44% menor que no mesmo período do ano passado. As vendas continuaram, mas num ritmo menos acelerado, já que os estoques foram reduzidos em apenas 10% este ano, segundo pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO). Ante esta abordagem em matéria veiculada na edição de hoje (29) do jornal O Popular, o presidente da Ademi, Renato Correia, registrou que o setor também está na expectativa da reestruturação do Departamento de Aprovação de Projetos da Prefeitura de Goiânia. Segundo ele, a expectativa é que a nova gestão consiga acelerar o processo, reduzindo a burocracia. ?Hoje, o processo é lento em todo o País, chegando a 18 meses, por causa do grande número de procedimentos. Esperamos a divulgação da nova metodologia até o fim do ano?, acrescentou Renato, para em seguida lembrar que o grande pleito das construtoras é ter um centro integrado de aprovação, num mesmo espaço. O presidente da Ademi assegurou, no entanto, que as vendas têm se mantido aquecidas e a tendência é de valorização com os estoques menores, já que o preço em Goiânia está entre 25% e 30% abaixo da média brasileira. ?Os lançamentos devem voltar ainda este ano. Das 9 mil unidades disponíveis, só 20% estão prontas, o que corresponde a 3 meses de venda?, completou Renato Correia.
Publicações relacionadas
Reconhecimento facial, lockers inteligentes e soluções que permitem reduzir desperdícios ambientais passam a integrar projetos voltados ao novo padrão de moradia da EBM Desenvolvimento Imobiliário
No dia 18 de março, o Banco Central anunciou a...
Por mais um ano, empresa segue entre as maiores construtoras do país, de acordo com a edição 2026 do ranking da INTEC Brasil
Com a chegada do Dia Mundial da Água, é importante destacar que práticas sustentáveis e eficientes, que contribuem para a redução do consumo de recursos hídricos, começam já na concepção dos projetos