O crescimento de despesas combinado com a recessão econômica levou ao corte de investimentos em todo o País, o que inclui Goiás em terceira posição, atrás de Rio de Janeiro e Pará. Somente no primeiro bimestre deste ano, comparado com o mesmo período de 2015, o recuo no Estado foi de 90% em relação aos recursos aplicados. Como resultado, parte das obras paradas foi priorizada e projetos que dependem de volume maior de recursos, como o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT,) não devem sair do papel, até segunda ordem, em 2016. A preocupação do governo, segundo justifica, é em não dar um passo maior do que pode, por isso reduziu o ritmo em todas as etapas, da contratação à extinção das obrigações, quando obras são entregues, para evitar atrasar pagamentos e ter de interromper construções por conta da restrição financeira. (Fonte: O Popular)
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