O Índice Nacional da Construção Civil ficou em 0,59% em junho, resultado 0,47 ponto percentual inferior ao 1,06% registrado no mês de maio, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro semestre, os custos da construção passaram a acumular alta de 3,68%, contra 4,1% de igual período de 2013. O IBGE esclarece que o resultado acumulado leva em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013. Em junho de 2013, mês em que não houve a aplicação da desoneração da folha de pagamento das empresas da construção civil, que teve efeitos vigentes de 1º de abril a 3 de junho de 2013, retornando em 19 de julho de 2013, o índice havia subido 7,8%. A taxa acumulada nos últimos 12 meses ficou em 0,11%, mas, sem considerar a desoneração da folha de pagamento, o acumulado no ano ficou em 3,71% e a dos últimos 12 meses, em 7,05%. Com o resultado de junho, o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em maio fechou em R$ 886,51, em junho passou para R$ 891,73, sendo R$ 489,58 relativos aos materiais e R$ 402,15, à mão de obra. A parcela dos materiais variou 0,36%, subindo 0,29 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,07%), e a mão de obra registrou variação de 0,87%, caindo 1,43 ponto percentual em relação a maio (2,30%). No acumulado dos seis primeiros meses do ano, os materiais subiram 3,27% e a mão de obra, 4,18%, enquanto a taxa anualizada (acumulado dos últimos 12 meses), os materiais subiram 6,22% e os custos da mão de obra fecharam com variação negativa de 6,45%. A Região Sul apresenta maior variação em junho (0,92%), influenciada pela alta de 2,99% no custo da construção civil em Santa Catarina; seguida da Norte (0,36%), da Nordeste (0,23%), do Sudeste (0,75%) e do Centro-Oeste, com 0,83%. O Índice Nacional da Construção Civil é calculado mensalmente pelo IBGE por meio de parceria com a Caixa Econômica Federal, a partir do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil. (Fonte: Brasil Econômico, com Agência Brasil)
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