Em reunião do Conselho de Administração da CBIC nesta última quarta-feira, o presidente da entidade, José Carlos Martins, reforçou ao ministro das Cidades, Gilberto Occhi, a importância da sinalização por parte do governo federal da continuidade do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), fase 3. O ministro defendeu o prosseguimento do programa para o País, por considerá-lo importante para todos ? governo, setor e população. ?Acredito que esse é o maior programa de habitação do País e que devemos defendê-lo. A certeza de mais 3 milhões de unidades nos dá uma tranquilidade estratégica para a continuidade de investimentos?, registrou Occhi. Na ocasião, José Carlos Martins entregou ao ministro sugestões de medidas do setor da construção para as fases 2 e 3 do Programa. Dentre as propostas, para a fase 2, estender o prazo de validade do PMCMV por seis meses, até 30 de junho de 2015; aumentar a meta em 350 mil unidades, totalizando 3,1 milhões de unidades habitacionais e atualizar valores do teto de contratação no mês de dezembro pela variação do Sinapi. Já para a fase 3, atualizar valores referentes a subsídio, limites de contratação; criar faixa intermediária entre as faixas 1 e 2; comprometer municípios com agilização de processos e criação de Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) nas quais seja possível construir o dobro de unidades previstas para os próximos dez anos, entre outros. A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, também participou da reunião. Sobre o programa, destacou que a questão dos aparelhos sociais continuará sendo o grande desafio da fase 3.
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