Com três anos em operação, o Minha Casa, Minha Vida não deve passar de uma gestão a outra como mero programa de governo, mas tem que se consagrar como uma política de Estado. Esta defesa foi feita de modo enfático pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, durante o 85º. Encontro Nacional da Construção ENIC), que se encerra hoje à noite em Fortaleza, Capital do Ceará. A proclamação teve resposta imediata da parte do governo. Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, que compareceu ao evento, o Minha Casa tem que ser perene e sustentável. A ministra Miriam Belchior, que foi ao evento representando a presidente Dilma Rousseff, fez coro à exaltação do programa, registrando que, através dele, já foram entregues 1,3 milhão de moradias. A ministra realçou a participação do empresariado na obra do desenvolvimento brasileiro, definindo a política de parceria como fundamental nesse processo. De sua parte, o ministro de Cidades, Agnaldo Ribeiro, também presente na abertura do ENIC, disse que o programa Minha Casa, Minha Vida não é temporal e que veio para ficar. ?O programa pertence ao povo e segue em frente?, pontuou, para concluir informando que o governo já investiu R$ 187 bilhões no Minha Casa.
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