Goiânia foi a capital do Brasil com menor nível de endividamento das famílias em 2013: 46%, o que representou cerca de 189.212 famílias com dívidas. O desempenho da capital ficou bem abaixo da média brasileira, que foi de 63% de endividamento. É o que mostra a pesquisa Radiografia do Endividamento das Famílias Brasileiras, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP). O levantamento foi feito com base em informações do IBGE e da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Goiás teve um dos melhores desempenhos da Região Centro-Oeste. Brasília foi a cidade com maior número de famílias endividadas: 660.300 ou 84%. Em Goiânia, o índice de famílias com dívidas em atraso saltou de 15% em 2012 para 21% em 2013. Mesmo estando entre as capitais com menor índice de endividamento, o crescimento das dívidas em atraso em Goiânia preocupa. Para o economista Marcos Arriel, essas famílias caíram na tentação do crédito fácil nos últimos anos, o que se torna um problema sério com os altos juros atuais. Porém, ele acredita que a maior causa do endividamento e da inadimplência ainda seja a falta de controle do orçamento doméstico. Segundo a Fecomércio, essas famílias ainda contam com respaldo da renda e do emprego em níveis positivos que lhes dê a confiança para expandir o comprometimento do orçamento com dívidas para consumo ou para quitar dividas mais caras. Esse sistema, no entanto, se torna vulnerável diante de aumentos imprevistos da inflação, reduzindo o poder de consumo e elevando o valor das dívidas em atraso. (Fonte: O Popular)
Publicações relacionadas
Reconhecimento facial, lockers inteligentes e soluções que permitem reduzir desperdícios ambientais passam a integrar projetos voltados ao novo padrão de moradia da EBM Desenvolvimento Imobiliário
No dia 18 de março, o Banco Central anunciou a...
Por mais um ano, empresa segue entre as maiores construtoras do país, de acordo com a edição 2026 do ranking da INTEC Brasil
Com a chegada do Dia Mundial da Água, é importante destacar que práticas sustentáveis e eficientes, que contribuem para a redução do consumo de recursos hídricos, começam já na concepção dos projetos