A esperada transferência de 51% das ações da Celg à Eletrobras não ocorreu em 2013, mas lideranças das entidades de classe têm esperança que os governos federal e estadual encerrem ainda neste mês a novela. Esta é a principal reivindicação do presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, que avalia o assunto como um dos maiores gargalos do governo estadual. ?Esperamos para 2014 muitas ações do governo estadual, como a instalação de novos polos industriais. Mas o problema da Celg precisa ser resolvido com urgência. É fundamental que a solução ocorra o quanto antes. Esperamos ainda neste mês?. Em dezembro, o setor produtivo foi pedir socorro diretamente ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que afirmou que não há como fazer investimentos na rede sem a transferência de ações. ?Vamos ficar atentos. Temos confiança que em janeiro o martelo será batido?, conclui Pedro Alves. (Fonte: O Hoje/Coluna Xadrez-jornalista Marina Dutra)
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