Uma das propostas que está sendo analisada pela área técnica do governo federal para a terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida é a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$ 1,3 mil e R$ 2,25 mil mensais, para que as famílias se enquadrem na parcela do programa onde a compra da casa é quase integralmente bancada por subsídio. Os técnicos do governo consideram que a faixa intermediária possibilitará que famílias que vivem ? supõe-se - em uma grande cidade como São Paulo consigam ser contempladas pelo programa com condições mais favoráveis. A ideia é estabelecer uma regra para que a faixa intermediária atenda prioritariamente as regiões Sul e Sudeste. Isso diante da avaliação de que no Nordeste, por exemplo, não existe esse tipo de problema e, portanto, as famílias estão sendo "bem atendidas". A proposta atende pleito da CBIC, apresentado pela própria entidade à presidente da República, Dilma Rousseff, no dia 28 de abril, durante audiência, em Brasília.
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