Depois de três meses em queda, o Índice de Preços ao Consumidor em Goiânia voltou a subir e apresentou variação de 1,35% em julho, taxa superior à registrada no mês anterior, 0,28%. A alta da inflação, divulgada ontem (06/08) pelo Instituto Mauro Borges, da Segplan, foi puxada pelos reajustes do grupo habitação, que inclui água, esgoto, energia elétrica e outros ítens. No País, a alta de 0,62% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em julho foi a maior para o mês desde 2004, quando o avanço foi de 0,91%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 07/08. Com o resultado, o índice acumula alta de 6,83% nos sete primeiros meses do ano, a maior taxa para o período desde 2003 (6,85%). Em 12 meses, o IPCA avançou a 9,56%, o maior resultado nesta comparação desde novembro de 2003. Naquele mês, a alta no acumulado em 12 meses era de 11,02%. As contas de energia elétrica voltaram a ficar mais caras em julho e foram o principal impacto sobre o IPCA. A alta foi de 4 17%, segundo o IBGE. Além disso, a taxa de água e esgoto e o condomínio mais caros pressionaram o grupo Habitação, que avançou 1,52% em julho. Nas taxas de água e esgoto, o aumento médio foi de 2,44% em julho. A alta atingiu sete regiões, com destaque para Goiânia, onde a elevação foi de 19,56%. (Fontes: Diário da Manhã, O Hoje e Correio Braziliense)
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