O quarto trimestre de 2016 terminou com 12,3 milhões de desempregados e outros 12 milhões que trabalhavam menos horas do que gostariam, ou que poderiam trabalhar, mas não estão no mercado. Com isso, a subutilização - que soma todos esses contingentes - somou 24,3 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2016, subindo para o equivalente a 22,2% da força de trabalho, segundo informações da Pesquisa nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No terceiro trimestre, a taxa era de. Na média de 2016, a taxa de subutilização foi de 20,9% da força de trabalho. No terceiro trimestre, a taxa era de 21,2%. Na média de 2016, a taxa de subutilização foi de 20,9% da força de trabalho. Houve um aumento de 31,4% ou 5,8 milhões de pessoas subutilizadas no mercado de trabalho, em relação ao 4º trimestre de 2015, quando eram 18,5 milhões de pessoas estavam nessa condição, ou 17,3% da força de trabalho. Ante o terceiro trimestre, houve um aumento de 31,4% ou 5,8 milhões de pessoas subutilizadas no mercado de trabalho, em relação ao 4º trimestre de 2015, quando eram 18,5 milhões de pessoas estavam nessa condição, ou 17,3% da força de trabalho. (Fonte: Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Vista privilegiada, privacidade, refúgio contra ruídos urbanos e o aproveitamento inteligente da luz e da ventilação naturais elevam o patamar do morar contemporâneo
Enquanto o imóvel em construção permite maior planejamento do pagamento, unidades prontas oferecem agilidade e mais previsibilidade sobre aquilo que está sendo adquirido
Com a retomada do trabalho presencial cada vez mais presente nas empresas, projetos business passam a incorporar natureza, paisagismo e áreas de convivência como elementos de bem-estar e valorização dos espaço
Evento reúne especialistas do mercado para discutir certificações, financiamento verde, industrialização e experiências práticas de sustentabilidade na construção civil.