Deu hoje na coluna Giro, do jornalista Jarbas Rodrigues Júnior (O Popular): ?A complicada situação financeira da Celg, sem caixa para investir na expansão e manutenção da rede de energia elétrica, é fruto da repactuação de suas dívidas com a Eletrobras, em 2012, afirma o presidente da CelgPar (holding), Fernando Navarrete. Para o presidente, os prazos da repactuação foram curtos e com juros altos, acima de 20% ao ano. Navarrete justifica que o Estado aceitou essas condições na época porque foram acertadas às vésperas do prazo final para a Celg obter a certidão de adimplência, necessária à renovação da concessão na Aneel. O presidente revela que em setembro Estado e Eletrobras renegociaram o acordo anterior e agora a estatal federal não precisa mais aportar recursos na Celg. Ela vai apenas ser fiadora da captação de empréstimos no mercado. Em carta enviada ao Ministério de Minas e Energia, segunda-feira, Navarrete pede novamente ajuda para renovar a concessão da Celg, que vencerá em 2015.?
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