Depois do pregão em meio período na quarta-feira, o mercado de juros futuros da BM&F voltou aos trabalhos após o Carnaval para valer nesta quinta-feira, empurrando as taxas dos DIs para cima. Enquanto os contratos curtos subiram um degrau, apoiados na ata do Copom, os longos avançaram impulsionados pelo leilão expressivo de papéis públicos prefixados, pela alta do dólar e pelas tensões geopolíticas. O Copom trouxe sinais dúbios na ata, ora alertando para a resistência da inflação, ora para os efeitos cumulativos e defasados do aperto monetário. A interpretação entre economistas é de que o BC ?deixou a porta? aberta para alta de 0,25 ponto percentual da Selic em abril (dias 1 e 2), para 11%. Na BM&F, o DI julho/201 subiu de 10,77% para 10,79%. Já o DI janeiro/2015 avançou de 11,06% para 11,08%. Na prática, o mercado ratificou a aposta majoritária de pelo menos mais uma alta de 0,25 ponto. Já o DI janeiro/2017 subiu de 12,28% para 12,36%, (Fonte: Valor Econômico)
Publicações relacionadas
Painel monumental executado manualmente no rooftop de edifício na Ricardo Paranhos, em Goiânia, transforma empreendimento em novo marco visual da capital
Entre as três cidades brasileiras mais procuradas para imóveis de luxo, a capital goiana comemora melhor resultado histórico no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, ficando entre as cinco capitais brasileira mais desenvolvidas do país
Pesquisa de consolidação do primeiro trimestre de 2026 da Ademi-GO aponta aquecimento da demanda, subdesempenho do MCMV na capital e sinal amarelo para os prazos de licenciamento; Com mercado aquecido, vendas residenciais nos primeiros três meses de 2026 superam em 12,7% as vendas do mesmo período do ano passado; Valorização dos imóveis registra 3,6% no primeiro trimestre e deve seguir intensa com as pressões estruturais do mercado.
Para suprir a crescente necessidade de moradores que possuem carros de maior porte, as construtoras estão inovando. Espaço gigante tem acesso exclusivo, lâmpadas de led e bancada