O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi convidado pela CBIC e confirmou a disposição em participar, no próximo dia 11 de dezembro, em Brasília, do lançamento do estudo ?Principais Barreiras Regulatórias e Burocráticas no Desenvolvimento do Setor Imobiliário Brasileiro", desenvolvido pela consultoria Booz & Company e promovido pela CBIC em conjunto com a Associação Brasileira das Incorporadoras (ABRAINC) e o Movimento Brasil competitivo (MBC). O convite foi apresentado pelo presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, na semana passada, na reunião em que o ministro tratou com representantes da indústria da construção de temas estratégicos, como a desoneração da folha de pagamentos, a prática da subempreita nas empresas do setor e a continuidade de programas que afetam diretamente o segmento da construção civil no País, o Minha Casa, Minha Vida e o PAC. No ítem da desoneração da folha, ficou assegurada a participação de um representante da Receita Federal na reunião que ocorre na CBIC
O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi convidado pela CBIC e confirmou a disposição em participar, no próximo dia 11 de dezembro, em Brasília, do lançamento do estudo ?Principais Barreiras Regulatórias e Burocráticas no Desenvolvimento do Setor Imobiliário Brasileiro", desenvolvido pela consultoria Booz & Company e promovido pela CBIC em conjunto com a Associação Brasileira das Incorporadoras (ABRAINC) e o Movimento Brasil competitivo (MBC). O convite foi apresentado pelo presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, na semana passada, na reunião em que o ministro tratou com representantes da indústria da construção de temas estratégicos, como a desoneração da folha de pagamentos, a prática da subempreita nas empresas do setor e a continuidade de programas que afetam diretamente o segmento da construção civil no País, o Minha Casa, Minha Vida e o PAC. No ítem da desoneração da folha, ficou assegurada a participação de um representante da Receita Federal na reunião que ocorre na CBIC nesta terça-feira, para tratar especificamente do assunto. Quanto ao Minha Casa e PAC, os empresários mencionaram a importância de o governo sinalizar e confirmar a disposição de dar seguimento aos programas, como forma de manter a cadeia produtiva da construção mobilizada e em desenvolvimento.
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