O desenvolvimento do agronegócio, a ampliação dos parques industriais e o fortalecimento do comércio e serviços dão cada vez mais condições à população do Centro-Oeste para aquisição do primeiro imóvel ou para que possa conquistar novos patamares de moradia. Nesse cenário, a nova classe média segue dando o tom ao mercado imobiliário da região. É o que diz a jornalista Daniela Rocha, em matéria especial no jornal O Estado de S. Paulo, publicada na última sexta-feira. Conta a reportagem que no Estado de Goiás o Minha Casa Minha Vida se expande no interior, porque, em Goiânia, os preços dos terrenos inviabilizam o programa, como explica Marcelo Baiocchi Carneiro, presidente do Sindicato da Habitação de Goiás. E narra: ?Na capital, predominam as vendas de apartamentos entre R$ 150 mil a R$ 300 mil, de 50 a120 metros quadrados, com dois ou três quartos. Na Grande Goiânia, ganham fôlego os empreendimentos comerciais. As salas em lançamento chegam a custar R$ 6 mil reais o metro quadrado.? E abordando o mercado de Brasília: ?No Distrito Federal, de modo geral, é mais intensa a comercialização de imóveis acima da faixa do Minha Casa Minha Vida. ?Porém, hoje, temos estoque, é possível encontrar qualquer tipo de imóvel, coisa que há dois anos não acontecia. Não há queda abrupta de preço, apenas uma estabilização porque existe oferta, as pessoas podem comprar com mais tranquilidade"
O desenvolvimento do agronegócio, a ampliação dos parques industriais e o fortalecimento do comércio e serviços dão cada vez mais condições à população do Centro-Oeste para aquisição do primeiro imóvel ou para que possa conquistar novos patamares de moradia. Nesse cenário, a nova classe média segue dando o tom ao mercado imobiliário da região. É o que diz a jornalista Daniela Rocha, em matéria especial no jornal O Estado de S. Paulo, publicada na última sexta-feira. Conta a reportagem que no Estado de Goiás o Minha Casa Minha Vida se expande no interior, porque, em Goiânia, os preços dos terrenos inviabilizam o programa, como explica Marcelo Baiocchi Carneiro, presidente do Sindicato da Habitação de Goiás. E narra: ?Na capital, predominam as vendas de apartamentos entre R$ 150 mil a R$ 300 mil, de 50 a 120 metros quadrados, com dois ou três quartos. Na Grande Goiânia, ganham fôlego os empreendimentos comerciais. As salas em lançamento chegam a custar R$ 6 mil reais o metro quadrado.? E abordando o mercado de Brasília: ?No Distrito Federal, de modo geral, é mais intensa a comercialização de imóveis acima da faixa do Minha Casa Minha Vida. ?Porém, hoje, temos estoque, é possível encontrar qualquer tipo de imóvel, coisa que há dois anos não acontecia. Não há queda abrupta de preço, apenas uma estabilização porque existe oferta, as pessoas podem comprar com mais tranquilidade", ressalta Carlos Hiram Bentes David, presidente do Secovi-DF.
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