A indústria da construção civil em Minas Gerais não deve crescer mais do que 2% em 2014, de acordo com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Para o setor, o número revela um cenário pessimista e de poucos investimentos. Mas o anúncio da terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, feito pela presidente Dilma Roussef na semana passada, pode ser o sopro de esperança no segmento. A expectativa é que mais de 3 milhões de moradias sejam entregues nesta terceira fase em todo o País. "Qualquer programa de habitação social é positivo por dois motivos: diminuição do déficit habitacional - que é de 511 mil moradias no Estado e 148 mil na região metropolitana de Belo Horizonte - e injeção de ânimo na economia. A cada R$ 1.000 investidos, R$ 719 são transformados em renda para as indústrias de construção civil e matéria-prima", conta a assessora de economia da Câmara da Indústria da Construção da Fiemg, Iêda Vasconcelos. ?O setor da construção civil é encarado como um termômetro dos investimentos no País e, portanto, é fundamental que ele apresente crescimento expressivo - o que é indicativo de uma boa saúde econômica do Brasil. Treze milhões de pessoas trabalham no setor no País. Ele representa, sozinho, 8,8% do Produto Interno Brutoda nação. Em Minas Gerais, 1 milhão de funcionários são ligados a esse setor, representando 7% do PIB de todo o Estado", complementa Iêda. Os investimentos também são decisivos para a geração de empregos. De acordo com a Fiemg, para cada R$ 10 milhões aplicados na construção civil são gerados 391 novos postos de trabalho. Desses, 312 surgem no próprio setor. Os outros 79 aparecem nos segmentos de serviços e materiais de construção. "Essa indústria é responsável pela implementação de rodovias, reforma e criação de aeroportos, construção de pontes, de prédios, de casas. Enfim, é o principal braço do desenvolvimento no País. Se há pouco crescimento ou até mesmo estagnação na construção civil, é sinal de que os investidores estão se afastando do País", explica a assessora da Fiemg. A indústria de cimento também prevê um crescimento importante por causa do anúncio da terceira etapa do Minha Casa, Minha Vida. "Nós estamos otimistas com essa iniciativa do governo federal. O setor tem sofrido um pouco com esse período de Copa do Mundo e feriados. Os empreendimentos têm ficado parados nesses dias, mas a minha expectativa é que agora, no segundo semestre, eles voltem a se aquecer"
A indústria da construção civil em Minas Gerais não deve crescer mais do que 2% em 2014, de acordo com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Para o setor, o número revela um cenário pessimista e de poucos investimentos. Mas o anúncio da terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, feito pela presidente Dilma Roussef na semana passada, pode ser o sopro de esperança no segmento. A expectativa é que mais de 3 milhões de moradias sejam entregues nesta terceira fase em todo o País. "Qualquer programa de habitação social é positivo por dois motivos: diminuição do déficit habitacional - que é de 511 mil moradias no Estado e 148 mil na região metropolitana de Belo Horizonte - e injeção de ânimo na economia. A cada R$ 1.000 investidos, R$ 719 são transformados em renda para as indústrias de construção civil e matéria-prima", conta a assessora de economia da Câmara da Indústria da Construção da Fiemg, Iêda Vasconcelos. ?O setor da construção civil é encarado como um termômetro dos investimentos no País e, portanto, é fundamental que ele apresente crescimento expressivo - o que é indicativo de uma boa saúde econômica do Brasil. Treze milhões de pessoas trabalham no setor no País. Ele representa, sozinho, 8,8% do Produto Interno Brutoda nação. Em Minas Gerais, 1 milhão de funcionários são ligados a esse setor, representando 7% do PIB de todo o Estado", complementa Iêda. Os investimentos também são decisivos para a geração de empregos. De acordo com a Fiemg, para cada R$ 10 milhões aplicados na construção civil são gerados 391 novos postos de trabalho. Desses, 312 surgem no próprio setor. Os outros 79 aparecem nos segmentos de serviços e materiais de construção. "Essa indústria é responsável pela implementação de rodovias, reforma e criação de aeroportos, construção de pontes, de prédios, de casas. Enfim, é o principal braço do desenvolvimento no País. Se há pouco crescimento ou até mesmo estagnação na construção civil, é sinal de que os investidores estão se afastando do País", explica a assessora da Fiemg. A indústria de cimento também prevê um crescimento importante por causa do anúncio da terceira etapa do Minha Casa, Minha Vida. "Nós estamos otimistas com essa iniciativa do governo federal. O setor tem sofrido um pouco com esse período de Copa do Mundo e feriados. Os empreendimentos têm ficado parados nesses dias, mas a minha expectativa é que agora, no segundo semestre, eles voltem a se aquecer", torce o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos de Cimento do Estado de Minas Gerais (Siprocimg), Lúcio Silva. (Fonte: CBIC Hoje, com O Tempo Online)
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