No desempenho das empresas do varejo de material de construção deste começo de ano, alguns produtos tiveram destaque e chamaram a atenção, além das caixas d'água, que passaram a ser investimento para armazenar água em tempos de crise hídrica. Com relação ao período de janeiro a fevereiro deste ano, estudo mensal do Instituto de Pesquisas da Universidade Anamaco, com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Anfacer, Afeal e Siamfesp, aponta que a venda de cimento foi a do segmento que mais cresceu no bimestre (4,5%), seguida pela de louças e por metais sanitários (4%), além de tintas (3%), e de revestimentos cerâmicos (2,5%). O levantamento ouviu 530 lojistas das cinco regiões do País entre os dias 24 a 27 de fevereiro e a margem de erro é de 4,3%. Na análise, o desempenho do mês de fevereiro teria ficado 6% abaixo do registrado em janeiro e, na comparação com fevereiro de 2014, a retração teria sido de 2%. Segundo o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, apesar de a economia apontar para a desaceleração, o setor costuma ver mais além e busca enxergar oportunidades, tanto que os lojistas estão otimistas para recuperar parte das vendas já neste mês de março. A previsão envolve a percepção de que normalmente nos primeiros meses do ano o brasileiro aparece mais endividado, por conta de gastos com férias, pagamento de IPTU e IPVA, material escolar, entre outros. (Fonte: DCI On Line/CBIC Cliping)
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