Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam que o mercado imobiliário brasileiro retomou seu ritmo de crescimento. Segundo a entidade, a venda e o lançamento de unidades residenciais cresceram no primeiro trimestre de 2019, com alta de 9% e de 4%, respectivamente.
O financiamento de imóveis com recursos da poupança também cresceu. Nos primeiros cinco meses de 2019, o volume chegou a quase 40% e ultrapassou R$ 27 bilhões. O montante viabilizou a compra de 104 mil imóveis no país, resultado 31% superior ao apurado no mesmo período do ano passado.
Como exemplo para o fim do cenário de estagnação do mercado, a CBIC cita o Estado do Paraná, onde o número de apartamentos novos lançados em sua capital (Curitiba) subiu 18% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período de 2018. De acordo com a última pesquisa divulgada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), foram 855 novos imóveis residenciais ofertados no mercado no acumulado de 2019 até junho.
Para o presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti, o aumento da produção no mercado é resultado não só do otimismo dos empresários em relação à economia, mas também da redução da taxa de juros no País.
O crescimento do mercado foi ainda maior se consideradas as operações realizadas dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). De janeiro até junho deste ano, os financiamentos totalizaram R$ 33,7 bilhões, 33% a mais que o volume do mesmo período de 2018, segundo pesquisa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Fonte: AECweb
Publicações relacionadas
A ADEMI-GO teve a honra de receber, o Prefeito da Câmara Municipal de Aveiro, em Portugal, Dr. Luis Souto Miranda, acompanhado de sua comitiva, em um encontro marcado pelo diálogo e pela troca de experiências.
Em entrevista ao portal, presidente da Ademi-GO afirma que força do agro impulsiona mercado e consolida capital como polo estratégico do interior do país
Em reportagem do portal Radar Imobiliário, presidente da Ademi-GO destaca potencial do setor goiano para liderar transformações sustentáveis
- Pelo segundo ano consecutivo, Goiânia vende mais de 8 bilhões de reais em imóveis, apesar das taxas de juros elevadas; - Redução das taxas de financiamento imobiliário dos grandes bancos, instabilidades políticas e do mercado de capitais devem ter impactos positivos em 2026 e aumentar a procura por imóveis dos consumidores e investidores; - Pressão nos custos de produção, intensificação da demanda e impactos da reforma tributária tendem a fomentar aumento no preço de imóveis, indica Ademi-GO; - Perspectivas indicam grande aumento na demanda por lançamentos de produtos do MCMV em 2026;