O que estava meio fora de foco em 2020 tomou forma e tem tudo para acelerar em 2021. De acordo com um estudo da área, a cada 1% de redução das taxas de financiamento, três milhões de pessoas com renda baixa passam a ser selecionadas para comprar imóveis. Segundo o Sindicato da Indústria da Construção, a tendência é que o mercado imobiliário reverta as dificuldades e suba a níveis pré-pandemia. Para este ano, o PIB do setor é de quase 4%. E comprar um apartamento maior pode ser vantajoso. O diretor de imobiliária Cyro Naufel conta que o ramo está favorável para quem quer investir ou adquirir um imóvel.
“A questão de a gente estar no momento de menor taxa histórica de juros, em 2%, isso é a principal alavanca para aquisição do imóvel para o consumidor final. A queda da taxa de juros proporciona é que ou ela compra o mesmo apartamento com prestação maior ou então tem acesso a um apartamento maior.” Se reinventar durante a pandemia. É aí que entra em cena a Rosemari Pinheiro. Ela é empresária e lançou um projeto de vivência 100% digital, com gravação do empreendimento com drones. “Com a pandemia agora a gente está fazendo 100% e tem retorno extraordinário. É uma tendência que chegou para ficar.” Com essa novidade, o contato com o cliente acontece apenas na hora de entregar as chaves.
Fonte: Jovem Pan
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- Pelo segundo ano consecutivo, Goiânia vende mais de 8 bilhões de reais em imóveis, apesar das taxas de juros elevadas; - Redução das taxas de financiamento imobiliário dos grandes bancos, instabilidades políticas e do mercado de capitais devem ter impactos positivos em 2026 e aumentar a procura por imóveis dos consumidores e investidores; - Pressão nos custos de produção, intensificação da demanda e impactos da reforma tributária tendem a fomentar aumento no preço de imóveis, indica Ademi-GO; - Perspectivas indicam grande aumento na demanda por lançamentos de produtos do MCMV em 2026;
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