A construção entrou no segundo trimestre com algum alívio após a crise aguda dos últimos quatro anos. Dados melhores de confiança, emprego e investimento confirmam que o pior ficou para trás. A dúvida entre os analistas é se, em meio à percepção crescente de atividade econômica mais fraca, a trajetória de recuperação do setor vai ter força para continuar. Levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), obtido com exclusividade pelo Valor, dá a dimensão desse movimento.
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