Balanço do Ministério das Cidades revela que o volume de contratações neste ano triplicou na primeira faixa do Programa Minha Casa, Minha Vida 2 em relação ao ano passado e reverteu o baixo ritmo de 2012, que apontava para o não cumprimento da meta estipulada para o fim de 2014. Sem a lentidão causada pela paralisação no segundo semestre de 2011 e com a adição de verbas municipais e estaduais, a faixa mais subsidiada pelo governo puxou o resultado global do programa neste ano. Por outro lado, a faixa dois, que havia sustentado os bons resultados de 2012, desacelerou em função da saída de construtoras dessa área de atuação. De janeiro a julho, o PMCMV 2 contratou 327 mil unidades na primeira faixa, destinada a famílias com renda mensal de até R$ 1.600. Mesmo com o avanço, o ritmo precisa ser acelerado para a meta ser alcançada. Desde o início da segunda parte do programa, em 2011, foram contratadas 828 mil unidades, e o governo planeja a contratação de 1,6 milhões de casas para essa faixa até o fim do próximo ano. Na faixa dois, para renda familiar mensal entre R$ 1.600 e R$ 3.100, as contratações não passaram de 194 mil unidades de janeiro a julho deste ano, volume 21,5% menor do que o registrado pelo Ministério no mesmo período do ano passado. Na faixa três, para renda familiar até R$ 5.000, houve pequeno aumento e o total contratado foi de 45 mil unidades. A desaceleração nas contratações na faixa dois se deve à saída de algumas construtoras do programa. (Fonte: Valor Econômico)
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