Os preços ao consumidor goianiense ficaram 1,44% mais caros na passagem de outubro para novembro, a maior alta mensal da história, com maior pressão dos grupos alimentação e habitação. No ano, a inflação para o goianiense, medida pelo IBGE, já soma 10,22%, a terceira maior do País, e em 12 meses atinge 11,44%.
O IPCA, índice usado nas metas de inflação, subiu 1,01% em novembro e, em 12 meses, chegou a 10,48%. Foi a primeira vez, desde 2003, que a inflação superou 10%, elevando o risco de indexação, alertam analistas. As altas foram generalizadas: 78% dos produtos pesquisados pelo IBGE subiram. De janeiro até o mês passado, a inflação foi de 9,62%, bem acima do teto (6,5%) da meta estabelecida pelo governo para 2015. (Fontes: O Hoje, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo)
Publicações relacionadas
Reconhecimento facial, lockers inteligentes e soluções que permitem reduzir desperdícios ambientais passam a integrar projetos voltados ao novo padrão de moradia da EBM Desenvolvimento Imobiliário
No dia 18 de março, o Banco Central anunciou a...
Por mais um ano, empresa segue entre as maiores construtoras do país, de acordo com a edição 2026 do ranking da INTEC Brasil
Com a chegada do Dia Mundial da Água, é importante destacar que práticas sustentáveis e eficientes, que contribuem para a redução do consumo de recursos hídricos, começam já na concepção dos projetos