Jardins e playground são dispositivos comuns em parques de todo o País. Mas um parque pode ser muito mais que isso. Pode ter museus, cinema, jardim sensorial, coleta seletiva, pista de Cooper e academia ao ar livre e até plataforma de bungee jump, percurso de arborismo e pista de bicicross e outros equipamentos. Estas foram apenas algumas das centenas de ideias de que surgiram durante o Workshop do Projeto do Parque do Cerrado, realizado com a participação de mais de 100 pessoas no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Todo esse público deu vazão à criatividade e ajudou a definir, com 100% de consenso, o esboço do maior parque da Capital. Este foi o objetivo central do evento, que colocou a sociedade como protagonista do projeto. Divididos em grupos de 10 participantes, eles foram estimulados a colocar no papel o parque de seus sonhos, assim como resgatar aquilo que cada um considerava ser seu patrimônio imaterial, ou seja, hábitos e brincadeiras que fizeram parte do passado e deveriam ser compartilhadas com a nova geração. Esta modalidade criativa tem nome, chama-se Charrette, vem sendo aplicada comumente nos Estados Unidos e Europa, e chegou a Goiânia para dar forma ao Parque do Cerrado. Sob a coordenação de Guilherme Takeda, um dos arquitetos que têm aplicado esta modalidade de criação colaborativa nos Brasil, durante dois dias (11 e 12 de março), os participantes abusaram das cores em seus desenhos que, depois de prontos, eram fixados nas paredes de vidro. “O resultado foi muito positivo. No último dia, todas as ideias foram apresentadas e o grupo definiu quais seriam os equipamentos prioritários, o que aconteceu com 100% de consenso. Agora, o próximo passo é reunir a equipe técnica e passar tudo isso para o papel, de forma que possamos filtrar erros e atender o máximo desses sonhos”. O próximo encontro com a população foi agendado para o dia 8 de abril próximo, também no Centro Cultural Oscar Niemeyer, para apresentação do masterplan do Parque, que será definido com base no mosaico obtido no workshop. “Com as ideias captadas, vamos reunir a equipe técnica, passar tudo isso para o papel, de forma que possamos filtrar erros e para apresentar a proposta mais fidedigna para toda a cidade”, frisa Guilherme Takeda. O Workshop do Parque do Cerrado foi resultado de uma parceria público-privada entre a Prefeitura de Goiânia, através da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Fórum Goiano de Habitação (integrado pelas instituições do setor imobiliário Ademi, Secovi e Sinduscon), Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e Euroamérica Incorporações.
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