O aumento dos distratos e a redução da margem bruta levaram a Rossi Residencial a ter queda de 99,4% no lucro líquido do segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 287 mil. A receita líquida caiu 4%, para R$ 486,3 milhões, e a margem bruta foi reduzida de 24,3% no segundo trimestre de 2013 para 19,6%. ?Nossa prioridade é a geração de caixa?, afirma o diretor-superintendente da Rossi, Leonardo Diniz. Na prática, a incorporadora tem acelerado o processo de rescisão de vendas nos casos em que identifica que haveria distratos, para que a unidade retorne mais rapidamente à sua carteira e possa ser revendida, contribuindo para a geração de caixa, de acordo com Diniz. A Rossi consumiu caixa de R$ 103,6 milhões no segundo trimestre, conforme o critério de IFRS e gerou caixa de R$ 63,9 milhões no primeiro semestre. A relação entre dívida líquida e patrimônio líquido ficou em 94,6%. No trimestre, os distratos de vendas da Rossi cresceram 59,1%, para R$ 261,9 milhões. As rescisões tendem a manter, no segundo semestre, a tendência de alta em comparação ao ano passado, de acordo com o diretor financeiro e de relações com investidores, Rodrigo Medeiros. O diretor de relações com investidores ressalta que a Rossi elevou o volume de repasses dos recebíveis dos clientes aos bancos em 27% ante o segundo trimestre do ano passado e em 23% ante o primeiro trimestre. A incorporadora concluiu 2.183 unidades no segundo trimestre e 4.766 unidades no semestre. (Fonte: Valor Econômico)
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