No dia 19 de dezembro será apresentado à população goianiense, em audiência pública, o diagnóstico do Plano Municipal de Saneamento Básico de Goiânia (PMSB) em relação aos temas abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de resíduos sólidos e drenagem urbana.
A audiência será realizada às 9 horas, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO), e será aberta ao público. Os interessados podem se inscrever pelo site clicar em 'Mais Capacitação' e, na sequência, em 'Palestras e Eventos'. A inscrição é gratuita e o evento vai certificar os participantes.
O documento integra a elaboração do Plano e contém as características da atual situação da Capital em relação aos serviços prestados e ao acesso da população ao saneamento básico. Na oportunidade, também será exposto o prognóstico sobre água e esgoto, que reúne estratégias e planejamentos para construir cenários alternativos de melhorias dos sistemas que integram o PMSB.
Na primeira etapa de elaboração do Plano, a Prefeitura de Goiânia realizou consulta pública por meio de pré-conferências, por preenchimento de questionários depositados em urnas distribuídas na cidade e questionário eletrônico. Nas Pré-conferências foram eleitos delegados representantes de todas as regiões para participar dos eventos, inclusive com poder de voto nas deliberações finais do PMSB.
De acordo com Paulo César Pereira, presidente da Agência de Regulação de Goiânia (ARG) e também da Comissão Técnica incumbida de acompanhar, orientar e fiscalizar o trabalho de elaboração do Plano, “todas as contribuições serão consideradas nas análises do Consórcio que desenvolve os trabalhos, bem como pelos técnicos da Prefeitura que participam da elaboração do PMSB”, afirma.
Segundo ele, a população de Goiânia pode esperar maior agilidade e melhor cobertura dos serviços, atendendo à universalização prevista em legislação brasileira. “Além disso, podemos considerar que o Plano de Saneamento será um importante instrumento de gestão para a aplicação correta e racional dos recursos públicos, servindo também de instrumento de empoderamento da população frente ao poder público”, explica Paulo César.
Fonte: A Redação
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