Para o especialista em construções verdes do International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para financiamento privado, Prashant Kapoor, e que lidera as iniciativas da instituição em construção sustentável para mercados emergentes, a percepção do setor da construção ainda é de que a construção sustentável custa 30% mais caro. No entanto, segundo o World Green Building Council, entidade global responsável por disseminar práticas sustentáveis de construção, o incremento no custo oscila de 0% a 4%. Com o objetivo de auxiliar os países em desenvolvimento, a IFC tem financiado bancos para que eles concedam empréstimos e invistam diretamente em construções verdes. O mais recente aporte, de US$ 60 milhões, foi feito a uma construtora de Minas Gerais, a Canopus. Ela também foi a primeira no Brasil a conquistar o Selo Verde Edge. A conquista da certificação, segundo Kapoor, está vinculada ao uso de um software que permite uma economia nas obras de até 20% no uso de materiais como água e energia. ?O Edge nasceu para provar que companhias médias e pequenas também podem construir de maneira sustentável e se beneficiar disso?, disse o especialista. (Fonte: CBIC Hoje, com informações da Revista Exame)
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