O CUB (Custo Unitário Básico) da construção civil do Estado de São Paulo, calculado sobre as obras não incluídas na desoneração da folha de pagamentos, registrou oscilação de 0,06% em dezembro em relação a novembro/2013, ficando em R$ 1.099,57 por metro quadrado. Calculado pelo Sinduscon-SP e pela FGV, no acumulado de 2013 a alta do CUB-SP foi de 7,30%. Em dezembro, os custos com mão de obra subiram 0,09% em relação ao mês anterior, os salários dos engenheiros permaneceram estáveis, enquanto os custos das construtoras com materiais de construção subiram 0,02%. Já considerando as obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos, os custos com mão de obra subiram 0,10% em dezembro, os salários dos engenheiros permaneceram inalterados e os custos das construtoras com materiais de construção aumentaram 0,02%. Com isso, o valor do CUB desonerado registrou variação 0,06% no mês, ficando em R$ 1.024,03 por metro quadrado. Desde dezembro de 2013, os Sinduscons de todo o País passaram a divulgar dois valores para o CUB. O primeiro CUB reflete os custos das obras não incluídas na desoneração da folha de pagamento e que continuam no recolhimento da contribuição mensal patronal de 20% para o INSS. Entre estas, figuram as das incorporadoras imobiliárias e das construtoras de obras de infraestrutura. O segundo CUB mostra os custos das obras que, dependendo da data de abertura da CEI (matrícula da obra no INSS), sujeitam as empresas a recolher uma contribuição previdenciária de 2% sobre a receita bruta mensal, no lugar da contribuição de 20% sobre a folha. Essas empresas são as que desenvolvem atividades de construção de edifícios, instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções, obras de acabamento e outros serviços especializados para a construção. Para tanto, elas devem estar enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 2.0.
Publicações relacionadas
Entre as três cidades brasileiras mais procuradas para imóveis de luxo, a capital goiana comemora melhor resultado histórico no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, ficando entre as cinco capitais brasileira mais desenvolvidas do país
Pesquisa de consolidação do primeiro trimestre de 2026 da Ademi-GO aponta aquecimento da demanda, subdesempenho do MCMV na capital e sinal amarelo para os prazos de licenciamento; Com mercado aquecido, vendas residenciais nos primeiros três meses de 2026 superam em 12,7% as vendas do mesmo período do ano passado; Valorização dos imóveis registra 3,6% no primeiro trimestre e deve seguir intensa com as pressões estruturais do mercado.
Para suprir a crescente necessidade de moradores que possuem carros de maior porte, as construtoras estão inovando. Espaço gigante tem acesso exclusivo, lâmpadas de led e bancada
Residencial localizado ao lado da T-9 reforça a presença da empresa em uma das regiões de maior valorização imobiliária de Goiânia