Os preços dos aluguéis em São Paulo se mantiveram estáveis no mês de fevereiro, aponta um levantamento divulgado nesta terça-feira pelo Secovi-SP. Depois de alta em dezembro de 0,7% e de 0,3% em janeiro, não houve variação no mês passado. No acumulado do ano, a variação foi de 8,5%, registro bem acima da variação ocorrida no período tanto do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que foi de 5,76%, quanto do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 5,68%. Apesar da alta, o valor é ainda menor que as variações de 12 meses registradas em dezembro (9,3%) e em janeiro (9,5%). ?Em fevereiro, a diferença entre a variação acumulada do aluguel e o IGP-M atingiu 2,7 pontos percentuais, o menor nível desde junho do ano passado (2,1 pontos percentuais)?, relata Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP. Ainda de acordo com a pesquisa, em fevereiro as casas continuaram sendo alugadas mais rapidamente, num prazo médio de 15 a 36 dias. Já no caso dos apartamentos, o período médio para a locação foi de 19 a 40 dias. A modalidade de garantia mais escolhida foi fiador, com participação de 47%. Em relação à tipologia, o aluguel dos imóveis de um quarto teve queda média de 0,2% em fevereiro; o de dois quartos não teve variação; e o de três quartos subiu 0,2% na comparação com janeiro. O Secovi ressalta que os valores foram observados nos preços praticados no fechamento dos contratos de aluguel, e que não se trata de reajuste aos contratos vigentes. (Fonte: O Globo)
Publicações relacionadas
Reconhecimento facial, lockers inteligentes e soluções que permitem reduzir desperdícios ambientais passam a integrar projetos voltados ao novo padrão de moradia da EBM Desenvolvimento Imobiliário
No dia 18 de março, o Banco Central anunciou a...
Por mais um ano, empresa segue entre as maiores construtoras do país, de acordo com a edição 2026 do ranking da INTEC Brasil
Com a chegada do Dia Mundial da Água, é importante destacar que práticas sustentáveis e eficientes, que contribuem para a redução do consumo de recursos hídricos, começam já na concepção dos projetos