Portas automáticas que destravam imediatamente ao reconhecerem a face do morador, cortinas e janelas que abrem e fecham de acordo com a temperatura, luminosidade e previsão do tempo. Som e iluminação on-line, controlados pelo celular. No apartamento do futuro, tudo isso estará junto, em plena sintonia.
Economia e sustentabilidade serão itens obrigatórios. Sistemas de energia elétrica serão automatizados nos condomínios e aliados à energia solar. Toda a água passará por mecanismos de reuso. E até reciclagem caseira de lixo já é pensada para os empreendimentos.
Para a arquiteta Natália Botelho os sistemas de automatização e conexão com a internet serão muito usados. “A internet das coisas, nada mais é do que ter todos os objetos conectados e se comunicando. Permitirá que a geladeira se comunique com o supermercado, que se comunica com o banco e com o serviço de entrega. Ou seja, a geladeira nunca ficará vazia”, exemplifica.
Natália acredita que o apartamento do futuro não é um futuro distante. “Um produto já famoso é um termostato que se integra ao smartphone. Faz mais do que apenas ajustar a temperatura do local automaticamente, ele também aprende a rotina dos moradores e faz adequações”, detalha.
Como está cada vez mais comum trabalhar em casa, a tendência, afirma a arquiteta, é de apartamentos menores e prédios coworking (espaços compartilhados para trabalho).
“Ninguém mais quer perder tempo no trânsito e isso se torna cada vez mais possível. Apartamentos com bicicletários e patinetes também estão se tornando realidade”.
Não ao desperdício
O arquiteto Cadu Rocha diz que não haverá mais espaço para desperdiçar os já escassos recursos naturais do planeta. Desde o projeto até a construção, do uso à manutenção, a ideia é que se gaste o mínimo possível.
“Uma tendência é um controle central que automatize alguns espaços que demandam iluminação constante, de acordo com a intensidade do uso, em momentos específicos. Esse mesmo controle, conectado à internet, integra a segurança do edifício, incluindo garagens e apartamentos”.
Cadu explica que os espaços dos apartamentos tendem a ser mais integrados, com cada canto bem aproveitado. Sistemas de controle informatizado, apoiados por inteligência artificial, atenderão a várias demandas dos moradores – das compras ao acionamento de recursos de conforto da unidade – de forma integrada e conectada à internet.
“Os moradores acessarão esses recursos através de voz, gestos, painéis de controle e, é claro, seu smartphone. Os espaços comuns devem oferecer cada vez mais conforto, incluindo, é claro, espaços para bicicletas e carregamento elétrico de veículos”.
Fonte: ZAP Imóveis
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