A Coluna Miriam Leitão desta terça-feira (23/07), publicada no jornal O Globo, destaca o diálogo aberto entre o setor da construção e o governo federal e ressalta a proposta que será apresentada para reativar obras no país.
Confira a seguir:
A construção civil, que tenta evitar os impactos dos saques no FGTS, vai aproveitar o canal de diálogo com o governo para apresentar, semana que vem, propostas para reativar as obras. O foco está nos empreendimentos menores, que servirão de motor de arranque, enquanto as grandes construções não saem do papel. É dada atenção especial às 1.800 unidades de saúde e 700 creches inacabadas, conta a CBIC, a Câmara dessa indústria. Em média, é preciso R$ 118 mil para concluir cada unidade. Como os governos não têm dinheiro para terminar a construção e oferecer o serviço depois, a saída é buscar parceiros privados. As conversas evoluem porque, de acordo com José Carlos Martins, da CBIC, a equipe econômica entende que a criação de empregos depende mais do investimento que do consumo. O número de empregados nas obras despencou de 3,4 milhões em 2014 para algo próximo a 2 milhões hoje.
Fonte: Agência CBIC
Publicações relacionadas
A ADEMI-GO teve a honra de receber, o Prefeito da Câmara Municipal de Aveiro, em Portugal, Dr. Luis Souto Miranda, acompanhado de sua comitiva, em um encontro marcado pelo diálogo e pela troca de experiências.
Em entrevista ao portal, presidente da Ademi-GO afirma que força do agro impulsiona mercado e consolida capital como polo estratégico do interior do país
Em reportagem do portal Radar Imobiliário, presidente da Ademi-GO destaca potencial do setor goiano para liderar transformações sustentáveis
- Pelo segundo ano consecutivo, Goiânia vende mais de 8 bilhões de reais em imóveis, apesar das taxas de juros elevadas; - Redução das taxas de financiamento imobiliário dos grandes bancos, instabilidades políticas e do mercado de capitais devem ter impactos positivos em 2026 e aumentar a procura por imóveis dos consumidores e investidores; - Pressão nos custos de produção, intensificação da demanda e impactos da reforma tributária tendem a fomentar aumento no preço de imóveis, indica Ademi-GO; - Perspectivas indicam grande aumento na demanda por lançamentos de produtos do MCMV em 2026;