Mais de 900 imóveis serão leiloados por meio da plataforma online da Zukerman Leilões no mês de outubro. As propriedades disponíveis são casas, apartamentos, terrenos e prédios comerciais, ocupados e desocupados.
É possível encontrar imóveis de leilões judiciais – quando a propriedade tem origem em um processo cível, trabalhista, de falência, execuções fiscais ou dívida de condomínio – e extrajudiciais – de pessoas físicas, jurídicas e instituições bancárias, como Itaú, Bradesco, Santander, Inter, Safra entre outros.
Os imóveis poderão ser adquiridos por valores a partir de 40% do seu preço de mercado, ou seja, com até 60% de desconto.
Os bens estão localizados em 23 unidades estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Para participar da negociação e oferecer lances, os interessados devem se cadastrar no site da Zukerman Leilões e seguir o passo a passo indicado. Depois de habilitado, basta acessar a plataforma online da empresa e entrar no leilão desejado.
Riscos de leilões de imóveis
A advogada especialista em direito imobiliário, Paula Farias, afirma que o leilão pode ser uma ótima oportunidade para o investidor. Mas não é tão indicado para famílias que querem realizar o sonho da casa própria.
De forma geral, essa não é uma boa forma de compra para quem tem pressa. Segundo ela, há vários casos em que os leilões abrem brechas jurídicas que podem levar à anulação. Até que haja uma definição na Justiça, o dinheiro pago pela propriedade fica em poder do banco.
A correção, diz Paula, é irrisória, menor que o rendimento de poupança.
Já para um investidor, um desconto de 40% do valor de mercado pode aumentar a rentabilidade de um possível aluguel deste imóvel.
Também pode ser interessante para quem deseja revender. O investidor compra pela metade do preço, resolve as pendências e coloca de volta à venda pelo valor cheio.
Também com os imóveis de leilão, tudo tem que ir para a ponta do lápis. Pode acontecer de o desconto não compensar. Quando somadas as dívidas, que ficam por conta do vencedor do leilão, percentual de comissão do leiloeiro e custos jurídicos de ações de despejo, o valor total desembolsado pode chegar ou até ultrapassar o valor de mercado.
Fonte: Valor Investe
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