O preço de venda dos imóveis residenciais em 50 cidades monitoradas teve alta nominal (sem considerar a inflação) de 0,20% em abril, enquanto o mercado financeiro projeta deflação (-0,17%) para o mesmo mês. Os dados são da pesquisa FipeZap, divulgada quarta-feira (6).
Se a expectativa de deflação do Boletim Focus do Banco Central (BC) se confirmar, o preço médio de venda encerrará o mês com uma alta real de 0,37%.
Entre janeiro e abril, os valores dos imóveis acumulam alta nominal de 0,69%. Já nos 12 meses encerrados em abril, o avanço é de 0,31%.
Dentre as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, as que tiveram maior elevação no preço médio foram:
- Curitiba (+0,98%)
- Florianópolis (+0,94%)
- Campo Grande (+0,57%)
Por outro lado, tiveram deflação as cidades de:
- João Pessoa (-0,33%)
- Fortaleza (-0,24%)
- Recife (-0,21%)
Preço de venda
Em abril, o preço médio de venda dos imóveis chegou a R$ 7.277 por metro quadrado (m²) entre as 50 cidades monitoradas. Dentre elas, Rio de Janeiro se manteve como a capital monitorada com o preço mais elevado (R$ 9.311/m²), seguida por São Paulo (R$ 9.078/m²) e Brasília (R$ 7.422/m²).
Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de venda residencial por m², figuraram: Campo Grande (R$ 4.197/m²), Goiânia (R$ 4.303/m²) e João Pessoa (R$ 4.306/m²).
Fonte: G1
Publicações relacionadas
Em entrevista ao portal, presidente da Ademi-GO afirma que força do agro impulsiona mercado e consolida capital como polo estratégico do interior do país
Em reportagem do portal Radar Imobiliário, presidente da Ademi-GO destaca potencial do setor goiano para liderar transformações sustentáveis
- Pelo segundo ano consecutivo, Goiânia vende mais de 8 bilhões de reais em imóveis, apesar das taxas de juros elevadas; - Redução das taxas de financiamento imobiliário dos grandes bancos, instabilidades políticas e do mercado de capitais devem ter impactos positivos em 2026 e aumentar a procura por imóveis dos consumidores e investidores; - Pressão nos custos de produção, intensificação da demanda e impactos da reforma tributária tendem a fomentar aumento no preço de imóveis, indica Ademi-GO; - Perspectivas indicam grande aumento na demanda por lançamentos de produtos do MCMV em 2026;
Primeiro encontro do ano reuniu especialistas e profissionais do setor para discutir aspectos jurídicos e práticos da atividade de incorporação imobiliária